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15 de março de 2011

OS COVEIROS

imagem picada daqui
«Os contribuintes portugueses pedem a 7% e emprestaram  a 5% à Grécia, num total de 2.064 milhões de euros. Sócrates aceitou hoje oferecer um desconto de 1% aos gregos. Sócrates é um desastre nacional.»GABRIEL SILVA 13-03-2011
  
UM DESCONTO EM CARTÃO...
NO TEU CARTÃO, QUE TERÁS DE PAGAR !

3 de dezembro de 2010

UMA SÉRIE DE SES...

«Pagamos hoje para emitir divida a um valor entre 40% a 50% superior aquele que pagaríamos se estivéssemos intervencionados pelo FMI, ou um governo competente nos últimos 6 anos.
Numa emissão a 10 anos, estamos a pagar,  pelo menos, mais 220 Milhões de Euros  se tivéssemos as contas em ordem, se tivéssemos reformado a tempo, se a despesa não estivesse descontrolada, se tivéssemos sido comedidos e prudentes nos investimentos, se Teixeira dos Santos tivesse sido mais competente e se José Sócrates fosse mais consciente.
Uma série de ses, cada vez mais difíceis para o actual governo.» MCB 10-11-2010

E A ESTRATÉGIA DE FAZER COINCIDIR A INTERVENÇÃO EM PORTUGAL COM A DE ESPANHA...
QUEM PAGA?

21 de setembro de 2010

"MÃOS À OBRA": EMIGRAR PARA REDUZIR A TAXA DE DESEMPREGO...

O programa "mãos à obra" é uma iniciativa da TSF com o Instituto do Emprego e da Formação Profissional (acho que é assim que se chama). Pretende contar relatos de quem conseguiu "fazer do desemprego uma oportunidade". E faz sentido. O programa de hoje foi ainda mais interessante. Contava a história de duas meninas que "fizeram do desemprego uma oportunidade", puseram "mãos à obra" e emigraram para Inglaterra. Assim. Mãos à obra portugueses! R.M.DEUS 20-09-2010

7 de setembro de 2010

ESTRATÉGIAS... DE CHOMSKY OU A CARTILHA DO ALVES DOS REIS REINCARNADO

O linguista Noam Chomsky elaborou a lista das  
“10 estratégias de manipulação” 
através da mídia

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.
O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.
Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.
Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.
Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.
A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê?“Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestionabilidade, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.
Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.
Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossíveis para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.
Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.
Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.
No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.

 Quem conhecemos que trata assim o povo do país?
Sócrates?

25 de maio de 2010

PORTAGENS NA VIA DO INFANTE: ILEGALIDADE E DESASTRE PARA O ALGARVE


«O turismo algarvio está já sob o espectro das portagens. "Não devem ser introduzidas enquanto a EN125 não for uma verdadeira alternativa", diz Nuno Aires, da ERTA.
"VAI SER UM DESASTRE E É ILEGAL, PORQUE DOIS TERÇOS DA A22 (ENTRE A GUIA E VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO) NÃO TÊM CARACTERÍSTICAS DE AUTO-ESTRADA E FORAM FINANCIADOS POR DINHEIROS COMUNITÁRIOS", avisa Elidérico Viegas, da AHETA. 
Em Março de 2008, o primeiro-ministro, José Sócrates, lançou o concurso para a concessão ‘Algarve Litoral’ (requalificação da EN125) e disse, em Portimão, que a obra seria adjudicada até ao final desse ano e que a requalificação estaria concluída no final de 2010. O contrato de subconcessão só foi assinado em Abril de 2009. Na altura, o então ministro das Obras Públicas, Mário Lino, anunciou a conclusão da requalificação em três anos (até 2012). Segundo dados fornecidos ao CM pela Estradas de Portugal (EP), há três dias, a requalificação tem um prazo de quatro anos (até 2013) e o cálculo de custos também aumentou de 150 para 182 milhões de euros.» CM 24-05-2010


 METAM PORTAGENS SIM, MAS NAS ENTRADAS DOS PALÁCIOS DE SÃO BENTO E DE BELÉM ! 
Continuem a atirar mais lenha para a fogueira e depois queixem-se... 

Via do Infante vai ter portagens! e a EN 125 está na mesma! e agora representantes do Algarve? (22-05-2010)  

Portagens na Via do Infante seria coisa terceiro-mundista (02-01-2007) 

Autarcas algarvios admitem processar Governo por portagens (11-10-2004)