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11 de fevereiro de 2011

GRANDE ENTREVISTA DE RUI ARAÚJO AO CORREIO DE LAGOS

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ONDE HÁ AINDA JORNAIS DESTES À VENDA EM LAGOS?
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A Blagosfera lá conseguiu ler num blogue esta entrevista do presidente do PSD Lagos que está a dar que falar, não só na cidade e no concelho, como no resto do Algarve. Não  conseguimos ainda ler a edição papel, porque ainda não a encontrámos (estará esgotada...). Mas pudémos ler a transcrição integral.
 
Esta entrevista foi mais uma boa surpresa que veio confirmar as principais razões da vitória interna  de Rui Araújo há um ano: a recusa liminar do bloco central em Lagos, a competência, a consideração pelo trabalho  político interno anterior, a opção pela frontalidade externa mas com respeito pessoal pelos adversários políticos sem negocismos de qualquer espécie e uma notável vontade de resolver problemas para ajudar a construir um futuro diferente para todas as pessoas e empresas de Lagos ou que escolheram o concelho para viver e trabalhar.

Embora o que aconteceu e está a acontecer no panorama económico, financeiro, político  e social em Lagos não seja ainda compreendido por aqueles que ainda pretendem reganhar protagonismos perdidos de toda a ordem, como se fosse essa a finalidade da Política que os Lacobrigenses querem, o trabalho que está pela frente é muito difícil  e não permite hesitações, intermitências ou pessoalismos.

Parabéns a Rui Araújo, que se confirma ser um político novo para uma nova Política. E parabéns ao PSD/Lagos, um partido renovado, vivo, reforçado e aberto à participação de todos. PARABÉNS LAGOS ! 


7 de fevereiro de 2010

RUI ARAÚJO É O NOVO HOMEM FORTE DO PSD DE LAGOS

A Candidatura "Vamos Olhar por Lagos" (Lista A), liderada pelo Dr. Rui Machado de Araújo, ganhou as eleições para a Concelhia de Lagos do PSD.

Para a Mesa da Assembleia de Militantes foi eleita a única lista concorrente presidida por José Valentim Rosado, com Eva Neto como vice-presidente e João Félix como secretário.

Foi um acto eleitoral foi muito participado que, com a abstenção a cifrar-se em apenas 17,3%, demonstrou bem a vitalidade democrática do PSD/Lagos que muitos julgavam adormecido.

Parabéns aos Vencedores, Honra aos Vencidos!
Têm todos muito trabalho pela frente.

30 de janeiro de 2010

ELEIÇÕES NO PSD/LAGOS: PUBLICADO O MANIFESTO ELEITORAL DA "LISTA A"


«Está já editado o Manifesto Eleitoral da Candidatura Vamos Olhar por Lagos (Lista A)
A acção ao serviço do Partido Social Democrata, dos seus Militantes e do Concelho de Lagos que Rui Araújo e a sua Equipa se propõem concretizar no Mandato 2010/2012 assenta em «5 vectores direccionais, com a garantia de que o cumpriremos nos próximos dois anos.»
A Candidatura da Lista A, conforme expresso no documento, responde à «necessidade primordial de um "virar de página" no Partido e uma reforma profunda do seu funcionamento, de modo a concretizar um novo reposicionamento na sociedade lacobrigense», assegurando ainda o Dr. Rui Araújo, em carta aos Militantes, que «tudo faremos para que a União do Partido Social Democrata em Lagos seja uma real prioridade, sabendo que os nossos adversários estão no Partido Socialista e não no interior do PSD.» http://vamosolharporlagos.blogspot.com
Dizia Salazar em discurso de 1935 que «quem se coloca no terreno nacional não tem partidos, nem grupos, nem escolas...». 
É exactamente pelo contrário que o processo eleitoral que o PSD de Lagos está a viver é um exemplo de Cultura Democrática em plena Liberdade e com tempos muito difíceis pela frente.
E é precisamente por isto que é oportuno relembrar as seguintes palavras de Francisco Sá Carneiro, datadas de 12 de Outubro de 1969, por ocasião do seu 1º discurso, em Matosinhos, e recolhidas do 1º volume dos seus TEXTOS cuja leitura, pela sua actualidade, se recomenda com espírito aberto a todos, independentemente das opções partidárias de cada um:
«Por muito que se tenha educado no descrédito da política, é-se forçado a reconhecer que, quando se começa a tomar em profundidade consciência da nossa própria existência pessoal e das realidades que nos cercam, somos constantemente conduzidos a ela. 
(...) 
Porque somos homens, seres inteligentes e livres chamados a lutar pela realização desses dons na vida, formamos a nossa opinião e exprimimos as nossas ideias, pelo menos no círculo de pessoas que nos cercam. Mas se nos limitarmos a isso, se nos demitimos da intervenção activa, não passaremos de desportistas de bancada, ou melhor, de políticos de café.
A intervenção activa é a única possibilidade que temos de tentar passar do isolamento das nossas ideias e das teorias das nossas palavras à realidade da actuação prática, sem a qual as ideias definham e as palavras se tornam ocas.
Trata-se portanto de um direito e de um dever que nos assiste como simples cidadãos, pelo qual não nos devemos cansar de lutar e ao qual não nos podemos esquivar a corresponder.
Podemos sentir ou não vocação para o desempenho de atitudes ou de cargos políticos, podemos aceitar ou não as condições em que estamos, concordar ou não com a forma como a intervenção nos é facultada, mas não temos o direito de nos demitirmos da dimensão política, que, resultante da nossa liberdade e da nossa inteligência, é essencial à condição de homens.
(...) 
Recuso-me a aceitar que sejamos assim, que o nosso povo tenha por natureza de ficar eternamente sujeito ao paternalismo de um homem, de um sistema ou de uma classe.
Recuso-me a admitir que, ao contrário dos outros povos, não possamos ser capazes de conciliar a liberdade com a ordem, o progresso com a segurança, o desenvolvimento com a justiça.»