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UMA POR DIA. PELO MENOS. COMENTADA E TUDO. a notícia. seleccionada. da imprensa ao blog. vista de Lagos.
«O ministro das Finanças Teixeira dos Santos copia o estilo do esfomeado deputado socialista Ricardo Gonçalves, ao dizer em 16-10-2010: «Quanto à minha vida pessoal, terei de fazer um esforço».... Coitado do Prof. Teixeira dos Santos!... Para aquilatar do esforço e da isenção, coloco aqui quatro perguntas para os própios responderem e, caso não haja resposta pronta, os media investigarem (desde logo pela declaração patrimonial obrigatória depositada no Tribunal Constitucional), relativamente aos ministros e secretários de Estado, começando já pelo ministro das Finanças:
- Qual é o concelho da residência que cada ministro e secretário de Estado indica como domicílio oficial?
- Qual o montante do subsídio de deslocação que cada ministro e secretário de Estado recebe (ou não recebe)?
- Têm casa em seu nome, do seu cônjuge ou de filhos menores, na área de Lisboa cada um dos ministros e secretários de Estado que recebem subsídio de deslocação?
- Quem são os proprietários das casas em que residem efectivamente, em Lisboa, cada ministro e cada secretário de Estado que recebe subsídio de deslocação?
Estas respostas devem ser dadas ao povo, pois os dirigentes políticos têm de dar o exemplo da transparência. Pelas respostas a estas questões se verá o rigor de cada ministro e cada secretário de Estado na tal frugalidade que o ministro das Finanças afirma.»
«ESTE ORÇAMENTO É UM ORÇAMENTO VIGARISTA E QUEM O FEZ DEVIA IR PRESO!» MANUELA FERREIRA LEITE, citada na SIC 19-10-2010
ou ainda, por outras palavras:
«A TSF sabe ainda que na reunião, a ex-líder do partido e antiga ministra das Finanças falou num orçamento vigarista a propósito da proposta do Governo, acrescentando que quem a fez devia ir preso.» TSF 19-10-2010
«sabia que o mesmo governo que está a querer aumentar o IVA vai igualmente transferir 587,2 milhões de euros para a ASCENDI [da Mota-Engil, liderada pelo socialista Jorge Coelho], com a desculpa de levar a cabo a "reposição da estabilidade financeira" da empresa? E que esse "reforço" equivale a um aumento de 289,6% das verbas pagas à ASCENDI em relação a 2010? (p. 212 do Relatório do OE 2011)»