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29 de março de 2011

REGIONALIZAÇÃO PARA PORTUGAL: O ESTADO CENTRALISTA COM VIDA DE ESTADÃO TEM QUE ACABAR AQUI

«Segundo a contabilidade mais recente da Administração Pública nacional, existem em Portugal nada mais nada menos do que
349 Institutos Públicos (i)
87 Direcções Regionais,
68 Direcções-Gerais,
25 Estruturas de Missões,
100 Estruturas Atípicas,
10 Entidades Administrativas Independentes,
2 Forças de Segurança,
8 entidades e sub-entidades das Forças Armadas,
3 Entidades Empresariais regionais, 6 Gabinetes,
1 Gabinete do Primeiro Ministro (bem grande, diga-se),
16 Gabinetes de Ministros,
38 Gabinetes de Secretários de Estado,
15 Gabinetes dos Secretários Regionais,
2 Gabinetes de Presidência Regionais,
2 Gabinetes da Vice-Presidência dos Governos Regionais,
18 Governos Civis, 2 Áreas Metropolitanas,
9 Inspecções Regionais,
16 Inspecções-Gerais,
31 Órgãos Consultivos,
350 Órgãos Independentes (tribunais e afins),
17 Secretarias-Gerais,
17 Serviços de Apoio,
2 Gabinetes dos Representantes da República nas regiões autónomas,
e ainda
308 Câmaras Municipais,
4260 Juntas de Freguesias, e
1226 estabelecimentos de educação e ensino básico e secundário.
A estas devemos juntar
as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional, e
as Comunidades Inter-Municipais.
[i] Se não contarmos as 238 Universidades, Institutos Politécnicos, Escolas superiores e Serviços de Acção Social, o número de Institutos Públicos é ainda de 111, um número extraordinário para um país das nossas dimensões.»
ALVARO SANTOS PEREIRA 28-03-2011


SE ADICIONADOS OS DADOS DA DESORÇAMENTAÇÃO, I.E. DA INVASÃO DO  AGREGADO 'EMPRESAS' PELO 'ESTADO', ENTÃO PERCEBEM-SE AINDA MELHOR OS INTERESSES CONCRETOS DE TODOS QUANTOS ESTÃO CONTRA E NÃO CONCRETIZARAM ATÉ HOJE A REGIONALIZAÇÃO EM PORTUGAL: OS INSTALADOS QUE NÃO PERCEBERAM AINDA QUE A REALIDADE MUDOU. 
INSTALADOS NÃO APENAS EM LISBOA, MAS POR TODO O PAÍS...

A REGIONALIZAÇÃO NÃO SERÁ REALIDADE SE NÃO FOR EXIGIDA MUITO FIRMEMENTE  PELOS CIDADÃOS DA NOVA CIDADANIA QUE JÁ DESPERTOU.

AO MESMO TEMPO QUE SE REORGANIZARÁ PORTUGAL ATRAVÉS DE UMA MUDANÇA POLÍTICA DECISIVA, A JUSTIÇA TEM QUE PROMOVER O REGRESSO DOS FRUTOS DO REGABOFE FINANCEIRO DA ÚLTIMA DÉCADA AOS COFRES DO ESTADO. DOA A QUEM DOER.
 
PORTUGAL TEM SOLUÇÃO.
E A REGIONALIZAÇÃO É PARTE DA SOLUÇÃO E DA URGENTE MUDANÇA DE PARADIGMA NA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO E NA GESTÃO PÚBLICA PORTUGUESA !!!

23 de março de 2011

POUPANÇAS AUTOMÁTICAS DAS FAMÍLIAS ???

«Através do Rui Rocha, no Delito de Opinião, que cita o ministro Teixeira dos Santos, em 16-3-2011, ficou a temer-se que o Governo socialista tenha oferecido à União Europeia, para continuar a obter apoio do Banco Central Europeu e poder aceder rapidamente ao socorro financeiro, que parte dos salários da função pública seja cativada pelo Governo, num voluntarismo à força.» A.B.CALDEIRA 18-03-2011
HISTÓRICA INTENÇÃO...

17 de março de 2011

POUPANÇA AUTOMÁTICA? EIS A MEDIDA-CHAVE DO PEC 4...




«Teixeira dos Santos assegurou que o novo programa de "poupança automática" que o governo está a preparar em conjunto com o Banco de Portugal será voluntária.
 


"Pode ser através de um produto financeiro, por exemplo através do banco. Sempre que o ordenado cai na conta, parte vai directamente para uma conta poupança. Isso é um mecanismo de poupança automática", explicou o ministro.» iONLINE 16-03-2011

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21 de dezembro de 2010

IMPREVISIBILIDADE TOTAL

«Diz o jornal i, de 18-12-2010:
«Nas contas do FMI, os investimentos e as aplicações nacionais na Irlanda representam 18,8% do PIB português. Em números redondos, estamos a falar de qualquer coisa como 33 mil milhões de euros que, segundo o FMI, estão sobretudo aplicados em títulos e instrumentos de dívida de longo prazo» 
...a decisão económica de evitar a falência dos bancos, uma espécie de solução técnico-mágica, não provou até agora ser eficaz para evitar os efeitos de longo prazo da grande depressão económica que vivemos. Pelo contrário. E crescem as vozes, e os apoios, que acreditam que deixar falir os bancos imprudentes era - é - menos mau do que pôr o Estado durante três décadas (o Japão já vai com duas décadas de estagnação) a pagar as dívidas dos bancos, em vez de o aplicar no desenvolvimento económico»A.B.CALDEIRA 18-12-2010
IMPREVISIBILIDADE TOTAL

19 de dezembro de 2010

ANTÓNIO HORTA OSÓRIO *: ESTAMOS HÁ 10 ANOS EM RECESSÃO E NÃO SAIREMOS DISTO EM MENOS DE 5 ANOS...

«o país deve ter capacidade para dar a volta à crise sem  necessitar de uma intervenção da União Europeia e do FMI»

«Portugal está "numa situação muito difícil", já que "desde há seis meses que a economia portuguesa está sem acesso ao financiamento" no mercado internacional.»

«Portugal está em recessão desde (...) 2000/2001. Há pelo menos uma década. E não será dentro de menos de cinco anos que sairá desta situação.»

* banqueiro português que, depois de liderar as operações do grupo financeiro espanhol Santander em Portugal, no Brasil e no Reino Unido, vai comandar o maior banco britânico, o Lloyds Bank.


23 de novembro de 2010

ESTÁ PARA ACONTECER UM MILAGRE NO REINO UNIDO ?

 
Video da intervenção de Lord James of Blackheath sobre uma "Fundação X"
(gravado a 1 de Novembro de 2010)

21 de outubro de 2010

MAGIA: COMO PASSAR CERTA DÍVIDA PRIVADA A DÍVIDA PÚBLICA...




Mas se V. Exas. quiserem inverter o movimento é só perguntar: basta 1 semestre !

A FRASE DO DIA

«ESTE ORÇAMENTO É UM ORÇAMENTO VIGARISTA E QUEM O FEZ DEVIA IR PRESO!» MANUELA FERREIRA LEITE, citada na SIC 19-10-2010 

ou ainda, por outras palavras:

«A TSF sabe ainda que na reunião, a ex-líder do partido e antiga ministra das Finanças falou num orçamento vigarista a propósito da proposta do Governo, acrescentando que quem a fez devia ir preso.» TSF 19-10-2010

20 de outubro de 2010

UM LAPSO DE 437 MILHÕES DE EUROS...

«Recomendo a leitura do notabilíssimo trabalho de cidadania do Prof. Álvaro Santos Pereira, no seu blogue Desmitos (via Cachimbo de Magritte), com o poste: «Subir o IVA ou ajudar a Ascendi?», de 18-10-2010, às 6:35. Um excerto:
«sabia que o mesmo governo que está a querer aumentar o IVA vai igualmente transferir 587,2 milhões de euros para a ASCENDI [da Mota-Engil, liderada pelo socialista Jorge Coelho], com a desculpa de levar a cabo a "reposição da estabilidade financeira" da empresa? E que esse "reforço" equivale a um aumento de 289,6% das verbas pagas à ASCENDI em relação a 2010? (p. 212 do Relatório do OE 2011)»

Entretanto, a Mota-Engil solicitou, logo em 18-10-2010, às 16:42 no Jornal de Negócios, corrigir este «lapso» no Orçamento de Estado, pois não precisa de tanto: «só nos são devidos 150 milhões de euros, relativos a 2010». Um lapso de 437 milhões de euros no Orçamento do Estado, da responsabilidade do ministro das Finanças, o tal que queria um cheque em branco do PSD para viabilizar um orçamento desconhecido!...» A.B.CALDEIRA 19-10-2010


TOMEM LÁ, PODE SER QUE PRECISEM, ASSIM JÁ FICA INSCRITA A RENEGOCIAÇÃO DE 2011...(FICÇÃO?)

23 de junho de 2010

CONSTÂNCIO, A DINAMITE E OS PIRÓMANOS: AFINAL AINDA VAMOS GANHAR DINHEIRO COM O BPN...

«Sem moeda própria não voltaremos a ter problemas de balança de pagamentos iguais aos do passado. Não existe um problema monetário macroeconómico e não há que tomar medidas restritivas por causa da balança de pagamentos. Ninguém analisa a dimensão macro da balança externa do Mississipi ou de qualquer outra região de uma grande união monetária. Isto não significa que não exista uma restrição externa à economia. Simplesmente esta é o resultado da mera agregação da capacidade de endividamento dos vários agentes económicos. O limite depende essencialmente da capacidade de endividamento dos agentes internos (incluindo os bancos) perante o sistema financeiro da Zona Euro. Se e quando o endividamento for considerado excessivo, as despesas terão que ser contidas porque o sistema financeiro limitará o crédito. O equilíbrio restabelece-se espontaneamente, por um mecanismo de deflação das despesas, e não têm que se aplicar políticas de ajustamento. A ressaca após um forte endividamento pode ter consequências recessivas, mas não é um problema macroeconómico de balança de pagamentos. A analogia mais pertinente é com o novo paradigma que vê a balança corrente externa como o resultado de uma optimização intertemporal do perfil de consumo de uma economia que defronta um mercado de capitais perfeito. A analogia é simplista para um país com moeda própria, mas serve como primeira aproximação para uma região de uma união monetária.»
VITOR CONSTANCIO citado por A.B.CALDEIRA 22-06-2010

«Vítor Constâncio encolhe os ombros perante aquilo que ouviu de uma euro-deputada luxemburguesa. Nomeado para vice-presidente do BCE, Banco Central Europeu, Constâncio esteve hoje a ser ouvido numa comissão do Parlamento Europeu e uma euro-deputada do Luxemburgo afirmou que entregar a supervisão a Vítor Constâncio é como dar "dinamite a um pirómano".» RTP 23-03-2010

22 de junho de 2010

A CRISE

 
«A burla cometida no BPN não tem precedentes na História de Portugal.O montante do desvio atribuído a Oliveira e Costa, Luís Caprichoso, Francisco Sanches e Vaz Mascarenhas é algo de tão elevado, que só a sua comparação com coisas palpáveis nos pode dar uma ideia da sua grandeza. 
Com 9.710.539.940,09 € (NOVE MIL SETECENTOS E DEZ MILHÕES DE EUROS.....) 
[Com 1.946.788.468 Contos (MIL NOVECENTOS E QUARENTA E SETE MILHÕES DE CONTOS)] 
poderíamos:

    * Comprar 48 aviões Airbus A380 (o maior avião comercial do mundo).
    * Comprar 16 plantéis de futebol iguais ao do Real Madrid.
    * Construir 7 TGV de Lisboa a Gaia.
    * Construir 5 pontes para travessia do Tejo.
    * Construir 3 aeroportos como o de Alcochete.
    * Para transportar os 9,7 MIL MILHÕES DE EUROS seriam necessárias 4.850 carrinhas de transporte de valores!
    * Distribuído pelos 10 milhões de portugueses, caberia a cada um cerca de 971 euros !!!»
T. CARNEIRO 14-06-2010

17 de junho de 2010

SOBRE A REDUÇÃO DOS SALÁRIOS DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS...

«Conta o DN digital, de hoje, 16-6-2010 (via Lusa):
«O primeiro ministro José Sócrates rejeitou hoje em Bruxelas o cenário de redução de salários na função pública. (...) "Não, não vai ser preciso", declarou.» 
Creio que não se trata de um erro de pontuação do jornal. Nem sequer de um defeito do autor, mas de feitio. É apenas mais uma afirmação socratina. Para tomar exactamente ao contrário.»
A.B.CALDEIRA 17-06-2010

14 de junho de 2010

ALEMANHA E FRANÇA PROPÕEM CRIAÇÃO DE GOVERNO ECONÓMICO NA ZONA EURO

«A Alemanha e a França vão propor hoje que os chefes de Estado e de governo dos 16 países da Zona Euro formem um governo económico, “que possa reunir-se de forma operacional e pragmática”.
Além disso, advogaram o reforço do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC), para que estados, que violem “notoriamente” o limite do défice orçamental de três por cento ou o limite de endividamento de 60 por cento do produto Interno Bruto (PIB), percam o direito de voto.
As duas propostas foram anunciadas hoje, em Berlim, após uma reunião entre a chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, Nicolas Sarkozy, para preparar o Conselho Europeu que começa na quinta feira, em Bruxelas.» iONLINE 14-06-2010

 A PROPOSTA INCLUIRÁ, ENTRE OUTRAS MEDIDAS, A INSTITUIÇÃO DE UMA ESTRUTURA DE INVESTIGAÇÃO FINANCEIRA EUROPEIA E A INVERSÃO DO ÓNUS DA PROVA NOS CRIMES DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO, COMO FORMAS DE PREVENIR E RECUPERAR VALORES DESVIADOS POR TITULARES DE CARGOS PÚBLICOS EM TODA A ZONA EURO DESDE A SUA CRIAÇÃO. 

3 de junho de 2010

HUMANOS JÁ NÃO SÃO...

O Poder financeiro mundial criou uns gabinetes de crise, capazes de escalonar as dívidas e até o valor de qualquer coisa, que mexa com as finanças mundiais.
(...) A ordem é retornar o dinheiro, para outros grandes projectos. Mandam aos senhores governantes que saquem do povo, a coberto da crise engendrada, na forma de um plano de austeridade!
Orson Wells, porque lhes deste a ideia? Não chegou pagarmos o filme?
Pois bem, as agências de análise financeira são mensageiros e arautos da nova ordem mundial, onde os pagantes serão escravizados para as ganâncias de uns poucos egoístas, cobardes anti-sociais, que mais parecem não pertencer à espécie humana.
Humanos já não são!

27 de maio de 2010

AS PALAVRAS DO MINISTRO DE ESTADO E DAS FINANÇAS DO 1º GOVERNO PS DE JOSÉ SÓCRATES


- "Chegámos a uma situação económico-financeira que mesmo eu, há um ano, não imaginaria que fosse possível. Sempre pensei que, a tempo e horas, fossem tomadas medidas e não se deixasse o País resvalar para a situação que estamos a viver."

- "É de uma grande desonestidade política assinar, no sábado, o contrato do TGV e, no domingo à noite, anunciarem a suspensão das grandes obras, quando a maior parte delas já está adjudicada e, três dias depois, ser anunciado um pacote duríssimo para os portugueses a somar ao que já tinha sido previsto no PEC, em Março."

- "Fico surpreendido com a irresponsabilidade do que se fez nos últimos seis meses. As medidas deveriam ter sido anunciadas em Dezembro, assim como o PEC. Só depois devia vir o Orçamento."

- "No início toda a gente associava a teimosia [de Sócrates] a determinação, capacidade de tomar decisões. Mas não. Esta é apenas uma teimosia de quem não quer mudar de rumo e não sabe fazê-lo quando é necessário e os ventos mudam. Portanto, é mais obstinação e, se quer que lhe diga, falta de inteligência."

- "O mundo estava a desabar à nossa volta e o primeiro-ministro continuava a fazer discursos como se nada estivesse a acontecer. Uma coisa é certa, a política financeira deste Governo é da exclusiva responsabilidade, e da exclusiva condução, do primeiro-ministro."

- "Há cada vez mais a sensação de que estes governantes estão a governar para um país que não é aquele que vemos todos os dias."

- "Como português, tenho pena, mas passámos a ser um protectorado da Alemanha, do ponto de vista financeiro. Mas quando os nativos não se sabem governar, uma boa dose de colonialismo não deixa de ser saudável."


PALAVRAS DE UM DIRIGENTE DO PSD? NÃO. 
FRASES PROFERIDAS POR QUALQUER OUTRO MEMBRO DA OPOSIÇÃO? NADA DISSO. 
SÃO DECLARAÇÕES À REVISTA VISÃO DE LUÍS CAMPOS E CUNHA, QUE FOI MINISTRO DE ESTADO E DAS FINANÇAS NO PRIMEIRO GOVERNO DE JOSÉ SÓCRATES. 
É DIFÍCIL SER MAIS CLARO. E MAIS CONTUNDENTE...

22 de maio de 2010

SUSPEITOS DE AFUNDAREM FINANÇAS COMEÇARAM JÁ A SER DETIDOS


Directores de bancos que arrastaram o país para a bancarrota foram presos por ordem das autoridades, sob a acusação de conduta bancária criminosa e cumplicidade na bancarrota do País. Arriscam-se a uma pena de pelo menos oito anos de cadeia, bem como à confiscação de todos os bens a favor do Estado e ao pagamento de grandes indemnizações.
Estas são as primeiras de uma longa lista de detenções de responsáveis pela ruína do país, na sequência do colapso bancário e financeiro.
Na lista de possíveis detenções nos próximos dias e semanas estão mais de 125 personalidades da antiga elite política, bancária e financeira, com destaque para o ex-ministro das Finanças, dois antigos primeiros-ministros e o ex-governador do banco central.
A hipótese de cadeia e confiscação de bens paira também sobre uma dezena de antigos deputados, cerca de 40 gestores e administradores bancários, os responsáveis pela Direcção Geral de Crédito e vários gestores de empresas que facilitaram a fuga de fortunas para o estrangeiro nos dias que antecederam a declaração da bancarrota.
TSF 07-05-2010

ACONTECEU, MAS NÃO EM PORTUGAL. AINDA NÃO...  
TODA E QUALQUER ACÇÃO OU REFORMA QUE NÃO INCLUA A RESPONSABILIZAÇÃO OBJECTIVA DE QUAISQUER RESPONSÁVEIS PELO ROUBO  PLANEADO E CONTINUADO QUE LEVOU O NOSSO PAÍS À SITUAÇÃO ACTUAL SERÁ APENAS UM ADIAMENTO MAIS NO QUE TEM QUE SER FEITO.
PORTUGAL ESPERA. OS PORTUGUESES DESESPERAM. 

20 de maio de 2010

A VOLTA AO MUNDO EM 15 DIAS...

«Pode o primeiro-ministro vir dizer que «o mundo mudou em 15 dias», mas todos nos havemos de lembrar no dia seguinte à subida exponencial dos juros, que continuou nesse próprio dia, se assinou, em 28-4-2010, à pressa o contrato do Pinhal Interior e que no dia seguinte à bancarrota do Estado português, salva pela caridade dos parceiros da Zona Euro e do FMI, se celebrou, em 8-5-2010, também à pressa, o contrato do TGV Caia-Poceirão. O primeiro-ministro não pode, portanto, alegar desconhecimento das condições dos mercados financeiros nestes dias. (.../...) Os contratos assinados nesses dias comprometem o País num montante absurdo de despesa - cerca de 2,7 mil milhões de euros (mais do que quer poupar em dois anos com a redução do bem-estar do povo, em subida de impostos e redução de salários), correspondendo a mais de 3% da dívida pública portuguesa , a confiar nos últimos números conhecidos.» A.B.CALDEIRA 20-05-2010

SEM PALAVRAS...
excepto a de um comentário lido na mesma fonte: «Anseio pelo dia em que em plena AR, num debate quinzenal, quatro homens de bata branca e colete de forças recolham o Pior Primeiro Ministro que infelizmente teimamos em ter.... embora o lugar dele seja frente a um Tribunal!»