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28 de março de 2011
26 de março de 2011
6 de fevereiro de 2011
23 de novembro de 2010
ESTÁ PARA ACONTECER UM MILAGRE NO REINO UNIDO ?
Video da intervenção de Lord James of Blackheath sobre uma "Fundação X"
(gravado a 1 de Novembro de 2010)
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10 de novembro de 2010
QUANTO TEMPO MAIS? QUANTOS MILHÕES MAIS?
«Oliveira Costa está desde hoje em liberdade, ficando proibido de sair do país e ainda obrigado a apresentar-se todas as terças-feiras de manha na secretaria do tribunal.» SOL 10-11-2010
«Enquanto isso....
Pormenor do rodapé do certificado:
O certificado de habilitações tem a data de 26-08-1996Como se pode verificar, os números de telefone têm prefixos (21) com nove algarismos, portanto, só entraram em vigor em 1999.O código postal de sete dígitos, 1800-255 só veio a ser implementado, segundo informação dos CTT, como se pode verificar na cópia em baixo, em 1998 por altura da Expo.
Ora isto prova que o certificado de habilitações de José Sócrates é falso. Tão falso quanto ele!
Este certificado só pode ter sido redigido a partir de 1999. Para mim está mais que provado ainda que os tribunais digam o contrário.» vendap 10-11-2010 18:01
E O MERCADO POLÍTICO, SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA, TAMBÉM É INATACÁVEL? ESPERO QUE NÃO, ESPERO QUE NÃO?
"CAVA FUNDO EM NOVEMBRO PARA PLANTARES EM JANEIRO."
E DEPRESSA!!! ENQUANTO AINDA É TEMPO...
E DEPRESSA!!! ENQUANTO AINDA É TEMPO...
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6 de novembro de 2010
MAIS UMA 6ª FEIRA GLORIOSA...
Mas é claro que…
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11 de outubro de 2010
PORTUGAL: O PIOR DE TODA A UNIÃO EUROPEIA EM 2015...
«Até a Grécia, que desencadeou a turbulência nos mercados internacionais da dívida pública e teve mesmo de recorrer à ajuda da UE e do FMI, vai recuperar mais rapidamente do que Portugal. Após um plano agressivo de austeridade que manterá o país em recessão no próximo ano, a economia grega terá um crescimento duas vezes superior ao da economia portuguesa em 2015. Nos anos anteriores, a diferença entre os dois países será pouco menor.» PUBLICO 9-10-2010
11 de setembro de 2010
EH PÁ, ACABOU A CRISE OUTRA VEZ?
«A recuperação mais célere da economia portuguesa não se deu por acaso", ministro Vieira da Silva ao Diário Económico
A economia recuperou. Ninguém tinha dado por isso. Mas recuperou. Acabou a crise. Outra vez.» R.M. DE DEUS 10-09-2010
19 de agosto de 2010
UMA PETIÇÃO CONTRA O DESPERDÍCIO DE COMIDA
«Caro concidadão
Trago uma questão social real e concreta, que poderá ser uma boa prova de aferição de uma mudança real e concreta por parte do PSD:
Todos os dias incontáveis refeições completas são deitadas fora nos refeitórios das empresas ( para não falar em supermercados, restaurantes, etc ); a isso obriga a lei, por razões de saúde pública.
Não deveria ser possível escrever-se numa mesma frase, Lei de Saúde Pública - Desperdício Alimentar - Portugueses com Fome.
A partir daqui podem-se tomar duas atitudes:
Todos os dias incontáveis refeições completas são deitadas fora nos refeitórios das empresas ( para não falar em supermercados, restaurantes, etc ); a isso obriga a lei, por razões de saúde pública.
Não deveria ser possível escrever-se numa mesma frase, Lei de Saúde Pública - Desperdício Alimentar - Portugueses com Fome.
A partir daqui podem-se tomar duas atitudes:
1 - "Pois é, é a lei; olha que maçada mas, não se pode fazer nada".
ou então
ou então
2 - Alterar-se/adaptar-se a lei ( feita por homens e para os homens ), de modo a permitir que todo esse alimento em perfeitas condições, seja verificado, acondicionado, transportado e distribuído a quem precisa.
Temos de ser mais exigentes connosco próprios enquanto cidadãos e com quem nos representa e governa.
Vantagens na alteração da Lei :
Temos de ser mais exigentes connosco próprios enquanto cidadãos e com quem nos representa e governa.
Vantagens na alteração da Lei :
1ª Social - Esta não precisa de grandes floreados nem considerações, pois pode eliminar de alguma forma, com a fome que assola muitos portugueses., dando-lhes alento e esperança num melhor futuro, especialmente nesta fase de descrença.
2ª Económica - Ao aproveitar as incontáveis refeições que sobram todos os dias, as várias associações ( estatais ou não ) poupam muitos recursos financeiros, que poderão ser utilizados para outros fins.
3ª Exemplo Cívico - Será um excelente exemplo cívico, dado aos cidadãos deste País e uma boa publicidade que Portugal passará para o Estrangeiro.
Posto isto, criei e envio uma Petição Pública chamada Desperdício Alimentar e gostaria que a lesse, caso concorde assine e a divulgue com toda a sua alma lusa.
Também coloquei aqui no Facebook um grupo chamado ACABAR com o DESPERDÍCIO ALIMENTAR, ao qual gostaria que aderissem e participassem com ideias, críticas e sugestões.
No fundo, o que todos pretendemos é um Portugal melhor.
Também coloquei aqui no Facebook um grupo chamado ACABAR com o DESPERDÍCIO ALIMENTAR, ao qual gostaria que aderissem e participassem com ideias, críticas e sugestões.
No fundo, o que todos pretendemos é um Portugal melhor.
Cumprimentos,
António Costa Pereira
cidadão português»
cidadão português»
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3 de junho de 2010
HUMANOS JÁ NÃO SÃO...
O Poder financeiro mundial criou uns gabinetes de crise, capazes de escalonar as dívidas e até o valor de qualquer coisa, que mexa com as finanças mundiais.
(...) A ordem é retornar o dinheiro, para outros grandes projectos. Mandam aos senhores governantes que saquem do povo, a coberto da crise engendrada, na forma de um plano de austeridade!
Orson Wells, porque lhes deste a ideia? Não chegou pagarmos o filme?
Pois bem, as agências de análise financeira são mensageiros e arautos da nova ordem mundial, onde os pagantes serão escravizados para as ganâncias de uns poucos egoístas, cobardes anti-sociais, que mais parecem não pertencer à espécie humana.
Humanos já não são!
Orson Wells, porque lhes deste a ideia? Não chegou pagarmos o filme?
Pois bem, as agências de análise financeira são mensageiros e arautos da nova ordem mundial, onde os pagantes serão escravizados para as ganâncias de uns poucos egoístas, cobardes anti-sociais, que mais parecem não pertencer à espécie humana.
Humanos já não são!
14 de maio de 2010
BENTO XVI EM PORTUGAL (2010): A VIRAGEM PARA UM PONTIFICADO MAIS INTERVENTOR?
Até o acaso do pitoresco pormenor de um curto retardamento da partida do avião da TAP baptizado de "Columbano Bordalo Pinheiro" (o do Zé Povinho...) porque alguém no cockpit, ao recolher para o interior as bandeiras portuguesa e vaticana, deixou cair na pista a amarela e branca, tendo sido necessário vir alguém do exterior levantá-la de novo do chão para a cabine, parece ter sublinhado isso mesmo. Concretamente em duas coisas muito simples:
- Bento XVI, o Papa que do Porto de despediu sorrindo de novo, levantado e revigorado pelo extraordinário e genuíno acolhimento com que o Povo de Portugal o quis livremente distinguir, e
- o nobre Povo de Portugal que, farto de sofrer mas ainda com Esperança, quis incentivar o Papa Alemão para uma intercessão mais activa e sem quaisquer complexos pela sobrevivência de uma Europa doente que tem no seu país natal um dos olhos do furacão (o outro é o norte-americano...) desta penosíssima crise europeia.
O CURTO PRAZO MOSTRARÁ OS RESULTADOS. OU NÃO...
23 de abril de 2010
RISCOS INESPERADOS...
Escreve um destacado socialista que «(...) seja no plano da segurança colectiva, seja no domínio da liberdade de circulação, seja perante as ameaças das pressões ou de um colapso do sistema financeiro global, prepararmo-nos para o inesperado é, antes do mais, uma atitude cultural, um misto de prevenção, de estudo dos efeitos dos riscos e das catástrofes e de desenvolvimento de capacidades de resposta, num esforço conjunto de autoridades públicas, agentes privados e cidadãos individualmente considerados.
Porque a única coisa certa é de que continuaremos expostos a riscos inesperados.»
ANTÓNIO VITORINO (PS) 23-04-2010 DIZ O PS QUE NÃO É NECESSÁRIO REVER-SE A CONSTITUIÇÃO.
MAS O PS TAMBÉM RECUSA APROVAR A INVERSÃO DO ÓNUS DA PROVA NOS CASOS DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO... PORQUE É INCONSTITUCIONAL.
E DEPOIS VÊM DIZER-NOS QUE O ROUBADO DEVE COOPERAR COM O LADRÃO POR CAUSA DOS RISCOS INESPERADOS ?...
CADA UM QUE TIRE AS SUAS CONCLUSÕES E QUE TENHA O GRAU DE PACIÊNCIA NA ESPERANÇA QUE MUITO BEM ENTENDER.
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22 de fevereiro de 2010
VAMOS LÁ PARAR COM AS BABOSEIRAS E PÔR A DISCUSSÃO NO PATAMAR DAS IDEIAS.
«Repete as palavras 'cidadãos' e 'cidadania' em quase todas as respostas: foi pelos portugueses que o médico Fernando Nobre decidiu avançar com a candidatura a Belém, rejeitando "enfeudar-se" a partidos políticos. Abdica da imagem de "herói" que poderia ter daqui a dez anos, se não se envolvesse agora na corrida à Presidência da República. Mas recusa ficar na "retaguarda" da "crítica fácil". "Não quero acomodar-me. Se vencer venci, se perder perdi." defende. Quanto à divisão da esquerda, é claro: tem um projecto de união que não conhece cores políticas. Além disso, diz ser "o único candidato" já assumido.(...)Eu quis fazer uma declaração de candidatura, quando muitos me aconselharam a "manifestar disponibilidade". Mas não sou pessoa de tactear: ou avanço ou não avanço. Só quem não me conhece pensa que posso desistir. Muito menos num projecto em que está em causa a dignidade do país e a minha dignidade e coerência. Este processo é para ir até ao fim e para ganhar. Posso perder, mas vou para ganhar.(...)A democracia representativa é o menos mau de todos os sistemas, mas isso quer também dizer que a democracia é perfectível com uma componente de democracia participativa, de auscultação da população em debates importantes. Não quer dizer que tenhamos de chamar os cidadãos todos os meses, mas nos assuntos relevantes do Estado, não há que ter medo. Caso contrário, continuamos a olhar para eles como uma massa amorfa, uma carneirada que só dá o seu parecer de quatro em quatro anos.(...)As revoluções muitas vezes são autofágicas. Eu sou por um processo de mudança, de transformação, mas não de revolução. Agora, para que as ditas revoluções violentas não aconteçam, é preciso pugnar por um processo inclusivo mais forte. O país está num processo que pode tornar-se complicado, com os níveis de pobreza, desemprego, défice externo e endividamento das famílias que atingimos. Os desafios que se avizinham vão possivelmente agravar esses perigos, portanto chegou o momento de Portugal conseguir uma união de projectos e causas nacionais. É um processo de salvaguarda de um país com 900 anos de História, para que não se continuem a ouvir as vozes que dizem que Portugal não tem futuro e que o melhor que lhe pode acontecer é ser integrado na Espanha. Não! Nisso sou muito patriota.(...)
Na altura certa as pessoas saberão quem faz parte da minha comissão e quem são os meus mandatários. Quero incluir toda a gente num projecto nacional. Não estou aqui para dividir entre esquerda, centro e direita. Isso não me interessa. Eu vou por valores. Há muita gente que ainda não entendeu que já ninguém acredita nessas coisas da direita e da esquerda: acreditam em valores, em pessoas com carácter e com coluna vertebral.(...) não estou aqui para dividir a esquerda, o centro ou a direita. Não vou voltar a responder a essas perguntas sobre as interferências de A, B ou C, ou dos apoios de Soares. Quero é discutir projectos e ideias para o país. Estou aqui para assumir as minhas responsabilidades pelo país que amo. Não estou aqui para pedir apoios de partidos. Peço o apoio dos cidadãos, pertençam eles a que partidos pertencerem.(...)Eu quero é que se discutam projectos para Portugal. Se não vencer, que vença alguém com um projecto que possa mobilizar Portugal. Demonstrem-me isso. Quanto ao resto, todos os disparates são permitidos e até já ouvi umas bocas sobre não ser português, por ter nascido em Angola. Eu nasci português e sempre tive bilhete de nacionalidade português desde o meu nascimento. Vamos lá parar com as baboseiras e pôr a discussão no patamar das ideias. Eu ando desde que nasci em países onde há muitos mosquitos. Picadelas de mosquitos não me importunam. Eu só reagirei se for mordido por um crocodilo. » iOnline 22-02-2010
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20 de fevereiro de 2010
FERNANDO NOBRE, O CANDIDATO A PRESIDENTE DA REPÚBLICA: POR IMPERATIVO MORAL !
"Por imperativo moral, de consciência e de cidadania", Fernando Nobre, médico e presidente da Assistência Médica Internacional, candidata-se às Presidenciais de 2011. Admite que pode não ganhar, mas diz que a sua candidatura "não será nunca inútil".
Foi no (pequeno) auditório do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa - que obviamente encheu rapidamente e deixou muitas pessoas na rua, onde havia um ecrã a transmitir o discurso -, que Fernando Nobre, 59 anos, anunciou ontem a sua candidatura à Presidência da República.
"Portugal precisa de um presidente que venha verdadeiramente da sociedade civil, que seja independente, que nada precise da política e que conheça bem o país", disse, admitindo que "um homem livre, só e independente pode servir melhor o país nesta altura tão difícil e sensível para Portugal".
Fernando Nobre dirige-se aos insatisfeitos. Diz que a sua candidatura é a "dos que não tiveram voz até agora, dos que se desiludiram com a política, dos que acreditam que a política não se esgota nos políticos e não é a sua coutada privada".
Dirige-se aqueles para quem "o destino do país não é indiferente" e diz-lhes que "chegou a hora da grande, determinada e corajosa opção de actuar". "Portugal é uma questão que diz respeito a todos os portugueses: ninguém se pode eximir desse dever de cidadania indeclinável", disse, explicando que se candidata por "dever moral e cívico" mas também porque não se conforma em assistir à "agonia lenta de Portugal".
Em seu favor, Fernando Nobre apontou a "particular sensibilidade social e humanística", o "orgulho em ser português" e o facto de trazer enraizadas em si "as marcas da multiculturalidade, da lusofonia e de uma profunda mundivivência". O seu espaço político, disse, é a "liberdade", a "justiça social", o "humanismo", a "ética", a "transparência na vida pública" e a "adequada, justa e indispensável função redistributiva do Estado".
Se for eleito, como disse esperar, prometeu ser "garante da estabilidade" das instituições e o seu "compromisso moral intransigente" assenta em "reconhecer o mérito, premiar a excelência e recusar a impunidade".
No seu discurso, que leu durante cerca de 15 minutos, apontou quatro prioridades:
- incentivar a "regeneração ética da vida política do país", prometendo ser "intransigente" com todos os que exercem cargos públicos;
- apoiar e incentivar todos os esforços no caminho da justiça social, dando particular atenção aos desempregados e trabalhadores precários, aos jovens, idosos, emigrantes e imigrantes;
- defender a soberania nacional, designadamente os recursos naturais, o património histórico, a língua e o prestígio do país; e
- "não pactuar com a situação trágica da justiça em Portugal".
Com várias caras conhecidas na sala - cantores como Rui Veloso, Luís Represas, Vitorino e Carlos Mendes, o juiz Rui Rangel e Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto -, Fernando Nobre disse estar consciente de que será uma batalha difícil, "talvez até invencível", mas garantiu que não será "inútil".
A sua luta é "contra a indiferença".» JN 20-02-2010
O BLAGOSFERA APOIA COM TODA A CONVICÇÃO A CANDIDATURA PRESIDENCIAL DO DR. FERNANDO NOBRE.
PARA UM PORTUGAL MORIBUNDO UM 'MÉDICO DAS URGÊNCIAS GLOBAIS' COM UM PERCURSO PESSOAL, ATITUDE E VALORES DEMONSTRADAMENTE DE EXTRAORDINÁRIO INTERESSE PÚBLICO !
OBRIGADO DR. FERNANDO NOBRE. OS PORTUGUESES SABERÃO VALIDAR TÃO GRANDE E OPORTUNA MANIFESTAÇÃO DE CORAGEM E DISPONIBILIDADE.
MAIS VALE TARDE QUE NUNCA.
PELO BEM COMUM ! .
Entrevista a Miguel Sousa Tavares 19-02-2010
Fernando Nobre recebeu o Expresso em sua casa na quinta-feira à noite, já tarde, poucas horas depois de chegar a Lisboa de uma missão da AMI no Senegal e menos de 24 horas antes de lançar a sua candidatura no Padrão dos Descobrimentos. Leia esta entrevista do Expresso de 20-02-2010.
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19 de janeiro de 2010
A 3ª VIA PARA OS PORTUGUESES: ROUBADOS POR ROUBADOS, AO MENOS QUE SEJA COM ALGUMA PERSPECTIVA DE REEMBOLSO...
EMPRÉSTIMO FORÇADO... QUE OPORTUNA EXPRESSÃO.«Esta é uma ideia possivelmente estúpida e provavelmente inconstitucional, mas que mesmo assim vale a pena explorar for the sake of the argument. Diz aqui o Nuno Branco, penso eu que de forma humorística:
Pede-se aos portugueses que compreendam que devido ao esforço de guerra 30% dos seus ordenados serão agora usados para comprar títulos de dívida pública.
Agora imagine-se uma situação em que a ameaça de o Estado Português sentir grandes dificuldades em refinanciar a sua dívida esteja iminente. Imagine-se que no curto prazo não é possível comprimir a despesa pública para além de um ponto insuficiente para assegurar que o Estado possa cumprir os seus compromissos junto dos mercados financeiros internacionais. Que fazer se chegarmos a esse ponto? Há dois caminhos óbvios: o primeiro será pôr a chave debaixo da porta; o segundo, aumentar os impostos.
Mas há também esta alternativa que gracejando o Nuno Branco alvitrou, e que numa situação limite pode não ser assim tão descabida: "pedir" dinheiro emprestado aos portugueses. Eis como poderia funcionar: a todos os rendimentos sujeitos a imposto seria aplicado um empréstimo-imposto numa percentagem fixa da taxa marginal aplicável. Este empréstimo-imposto funcionaria como uma obrigação não-transaccionável, a reembolsar com juros no vencimento. Este recurso seria então utilizado para refinanciar a dívida pública colocada no exterior, de forma a assegurar a tesouraria do Estado, conter a dívida externa e equilibrar a balança de pagamentos.
Claro que isto não passaria de um roubo disfarçado aos portugueses. Desde logo porque seria um empréstimo forçado, o que subverte a própria noção de empréstimo (donde a expressão de empréstimo-imposto, que passaria muito bem sem o hífen). Mas sobretudo porque o juro teria de ser fixado administrativamente, e não pelo mercado, na medida em que a um expediente destes só faria sentido recorrer quando a taxa de juro pedida pelo mercado fosse proibitivamente elevada.
A verdade, todavia, é que de uma forma ou de outra os portugueses terão sempre que arcar com as consequências dos erros dos dirigentes que elegeram. Assim, roubados por roubados, que seja com alguma perspectiva de reembolso. Vale a pena pensar nisto.» VASCO CAMPILHO 19-01-2010
MAS AFINAL... PIOR QUE UM EMPRÉSTIMO-IMPOSTO É UM ROUBO LEGALIZADO. OU NÃO É AINDA (OU JÁ) ISSO QUE ESTÁ EM CAUSA?
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11 de novembro de 2009
HOMENS-BOLHA
"Os bancos centrais estão a criar novas bolhas especulativas usando a mesma receita que propiciou os sarilhos anteriores."
Fernando Gabriel, D. Económico 11-11-2009
3 de novembro de 2009
PORTUGAL E O "PARTIDO DO ESTADO"
"Cada vez mais vejo gente que sabe quem não quer, mas não sabe quem quer.
Ou antes, não quer nenhum."
(António Barreto, PÚBLICO, 23.01.05)
ESTES SÃO OS NÚMEROS DE 2003 !
COMO ESTAMOS E ESTAREMOS EM 2009/2010?
E em Lagos como será?
Ou antes, não quer nenhum."
(António Barreto, PÚBLICO, 23.01.05)
«O peso da despesa pública levará, em poucos anos, ao colapso financeiro do Estado, com pesadas consequências para todos mas, em especial, para mais de 4,5 milhões de indivíduos dele directamente dependentes. Cerca de:
- 730 000 funcionários públicos;
- 2 591 000 pensionistas da Segurança Social;
- 477 000 reformados e pensionistas da Caixa Geral de Aposentações;
- 307 000 beneficiários do subsídio de desemprego;
- 351 000 beneficiários do RMI.
Com os familiares próximos poderão ser uns 6 milhões de indivíduos, numa população de 10 milhões.
- 730 000 funcionários públicos;
- 2 591 000 pensionistas da Segurança Social;
- 477 000 reformados e pensionistas da Caixa Geral de Aposentações;
- 307 000 beneficiários do subsídio de desemprego;
- 351 000 beneficiários do RMI.
Com os familiares próximos poderão ser uns 6 milhões de indivíduos, numa população de 10 milhões.
Dispersos na nossa sociedade, temos 4,5 milhões de indivíduos que integram uma espécie de "Partido do Estado". Têm em comum a dependência directa do Orçamento e representavam, em 2003:
- 43 por cento da população residente;
- 56 por cento do eleitorado;
- 62 por cento da população com mais de 24 anos de idade.
Pensionistas e subsidiados (mais de 3,8 milhões), equivaliam a 70 por cento da população activa.
Este "Partido do Estado" absorvia 70 por cento dos impostos cobrados (1980); atinge agora os 85 por cento (2003). O pessoal político dos principais partidos "invade" progressivamente o Estado e pretende mais funcionários, mais pensionistas, mais subsídios e mais subsidiados, porque aí pode angariar mais votos.
- 43 por cento da população residente;
- 56 por cento do eleitorado;
- 62 por cento da população com mais de 24 anos de idade.
Pensionistas e subsidiados (mais de 3,8 milhões), equivaliam a 70 por cento da população activa.
Este "Partido do Estado" absorvia 70 por cento dos impostos cobrados (1980); atinge agora os 85 por cento (2003). O pessoal político dos principais partidos "invade" progressivamente o Estado e pretende mais funcionários, mais pensionistas, mais subsídios e mais subsidiados, porque aí pode angariar mais votos.
Os que ainda estão fora do "Partido do Estado" constituem uma minoria cada vez mais desiludida, reduzida e silenciada, e menos influente. Adormecido e enganado, Portugal trilha o caminho para o desastre financeiro do Estado e para uma pobreza mais generalizada dos portugueses. Ninguém nos acode.»
MEDINA CARREIRA, Fev.2005ESTES SÃO OS NÚMEROS DE 2003 !
COMO ESTAMOS E ESTAREMOS EM 2009/2010?
E em Lagos como será?
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29 de outubro de 2009
FODINHAS QUENTES: Uma inovadora sugestão minhota para a crise da restauração em LAGOS !
Correio do Minho 18.Maio.2007
CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO GASTRONÓMICA PARA ULTRAPASSAR A RECESSÃO
OUTRAS SUGESTÕES DA BLAGOSFERA:
(à atenção dos Restaurantes de Lagos, e também das Padarias e Fábricas de Bolos)
Pratos em miniatura. Teríamos então dose, meia-dose, pires e...Miniatura.
Esculturas eróticas em pão, com chouriço dentro.
Esculturas em pão, com réplicas dos monumentos da cidade e chouriço dentro.
Bolinhos ou chocolatinhos em série com as caras das figuras públicas da cidade (vamos ali comer um Jule ou um Nune, uma J'aquina, um Albuque'que, um Val'tim, um Rég, um Xoxas, etc. etc. Um Infante não, que isso seria gastro-pedofilia).
Bolo de aniversário com a forma do novo edifício da câmara com as velinhas a colocar no canudo das traseiras.
Bolinhos ou chocolatinhos artesanais com as caras dos clientes (fotografia, encomenda, pré-pagamento e entrega em 24h, ou envio p/correio-expresso para todo o mundo).
Entradas em restaurantes com venda de fracções de 10 minutos, em que o cliente pode comer tudo o que quiser durante o tempo adquirido, embora não se possa levar nada para casa, o que é chato para a 3ª idade e para os clientes com placa.
Pastéis de Nada, mas muito vistosos e saborosos, feitos com massa de D. Rodrigo...
Frasquinhos de areia da Meia-Praia, à saída dos restaurantes e similares, com conchinhas dentro e direito a um vigésimo de um bilhete da lotaria à escolha (recolher nome e contacto, tel. e mail).
Polvo Assado montado de pé em forma de corôa, um prato monárquico (sugestão especial para o insigne restaurante D. Sebastião, na Rua Direita). Tirar o dente antes.
Assistentes f/m/g em bikini/slip/etc. para para levar a comidinha à boca. E depois também limpá-la com o babette, ora essa, por causa da Gripe A e das nódoas nas calças e saias...
BOA FACTURAÇÃO !!!
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28 de outubro de 2009
SE ME DEREM 1 HORA DE TELEVISÃO, VIRO DO AVESSO MUITA GENTE
«Sem sustentação económica não se é livre. Com um desemprego brutal não se é livre. Com 700 mil funcionários públicos, com medo que o colega vá denunciá-lo; com um SIS que não se sabe o que faz... não se é livre.»«Gostava de ter uma conversa pública com o Dr. Mário Soares. Para ele perceber o que é que nos separa hoje. Ele é um político alheio a números e à realidade económica, convicto de que com a política faz-se o que se quer. E cada vez mais, a política depende da economia. Os políticos hoje não podem fazer senão estas aldrabices eleitorais, dão mais um subsídio aqui, tiram dalém. Uma fantochada. A social-democracia e o socialismo democrático não poderão ser nada, hoje, se não recompuserem a economia. É uma crítica que faço a estes governos, todos, que não perceberam isto.»
«Sou amigo dele (M. Soares). Só tenho pena que ele não tenha percebido o mundo em que já vive.»
«Havia razões para ter esperança. Tínhamos ideias, pessoas, um país e esperança. Hoje não temos ideias, pessoas, um país e esperança. Esse é o contraste entre 26 de Abril de 75 e Outubro de 2009.»
HENRIQUE MEDINA CARREIRA, entrevistado Anabela Mota Ribeiro, Jornal de Negócios 23.Out.2009
foto por © Miguel Baltazar - Jornal de Negócios
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Uma entrevista surpreendente de uma das poucas vozes que avisam há anos para o que Portugal tem pela frente se nada mudar rapidamente. Só lhe fazem entrevistas, mas o Homem quer mesmo é debater...
Não será este o Presidente da República que Portugal precisa em Janeiro de 2011?
A entrevista completa a não perder, no novo portal VER - Valores, Ética e Responsabilidade (subscrição gratuita)
Não será este o Presidente da República que Portugal precisa em Janeiro de 2011?
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11 de agosto de 2009
CRISE ATRASA HOTÉIS DE LUXO NO ALGARVE
«Dos 23 hotéis de cinco estrelas previstos para 2010, apenas 19 devem estar operacionais. Devido à crise, muitos promotores turísticos viram-se obrigados a adiar as inaugurações.»
«Em 2005 havia 10 hotéis de cinco estrelas no Algarve e para 2010 o Governo, através do então ministro da Economia, Manuel Pinho, previa a subida do número para 23. Mas com a crise económica apenas devem estar 19 empreendimentos luxuosos operacionais.
Em 2007 o Algarve contava 14 hotéis de cinco estrelas, em 2009 há 16 e para 2010 devem existir mais três, fazendo um total de 19 na região.
Os hotéis Verde Lago, em Castro Marim, Real Olhão, na cidade com o mesmo nome, Tivoli Victória, Hilton Cascades e Conrad, os três em Loulé, bem como a Herdade dos Salgados, em Albufeira, as unidades Palmares Resort e Baía Meia-Praia, ambos em Lagos e um Radison em Portimão eram os nove hotéis de cinco estrelas que constavam da lista do Ministério da Economia há dois anos.
No entanto, e apesar da crise, Elidérico Viegas admitiu "estar convencido que pelo menos três empreendimentos de cinco estrelas abram em 2010" e referiu mesmo que "pode haver a possibilidade de um quarto hotel".
Entre a construção do Marina Hotel em Vilamoura e o Vila Vita, em Armação de Pêra, passaram 11 anos sem a construção de uma unidade de cinco estrelas no Algarve.
Actualmente os hotéis com classificação de cinco estrelas a operar no Algarve estão distribuídos por apenas quatro dos 16 concelhos algarvios: Albufeira, Lagoa, Loulé, e Portimão. De Vila Real de Santo António até Vilamoura (todo o Sotavento algarvio) não há nenhum empreendimento de luxo.»
EXPRESSO, 10.Ago.2009
NOS CONCELHOS DE LAGOS, ALJEZUR E VILA DO BISPO/SAGRES TAMBÉM NÃO.
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