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15 de abril de 2010

CORRUPÇÃO NAS ELEIÇÕES DE 2009? MINISTÉRIO PÚBLICO CONSIDERA PROVADO QUE APOIO DE FIGO A SÓCRATES FOI COMPRADO...

INACREDITÁVEL !!!

Excertos do Exclusivo publicado pelo Expresso online de ontem:
«No período compreendido entre Abril e Junho de 2009, perante a aproximação das eleições legislativas, cuja campanha teria lugar entre 12 e 25 de Setembro desse ano, Rui Pedro Soares pôs em execução uma estratégia para obter o apoio à candidatura do PS por parte de figuras públicas beneficiárias de simpatia popular.»
«Figo foi ilibado porque, segundo o MP, "um agente do crime de corrupção activa deve saber que aquele com quem negoceia é funcionário ou age em sua representação ou como seu intermediário. A relativa exiguidade da maioria de capitais públicos e o desconhecimento geral sobre a propriedade da Taguspark, sobre a sua natureza, o seu objecto social e quem são os seus dirigentes, tornam credível e, em momento anterior, previsível, o desconhecimento alegado por Luis Figo."»

Excertos da notícia publicada pelo Expresso online de 19-02-2010:
«A Fundação Luís Figo diz que "não recebeu, nem vai receber" quantias ou contrapartidas da Portugal Telecom (PT) ou da Tagus Park, negando as notícias de um alegado envolvimento na campanha do PS para as legislativas.»
«Na quinta-feira, em reacção a notícias anteriores, Luís Figo negou que tenha recebido qualquer quantia para apoiar publicamente o actual primeiro ministro.»

Portanto e como:
- «A Fundação Luís Figo não recebeu nem vai receber»,
- «Luis Figo negou que tenha recebido.», e
- «O Ministério Público considera provado que o apoio de Figo a Sócrates foi comprado.», apenas não o constituindo arguido pelo detalhe muito conveniente mas apenas formalmente de  Figo ter alegado desconhecimento quanto ao facto de o Taguspark ter maioritariamente capitais públicos (51%), pergunta-se:

- Como ler a evidente contradição entre o que o MP considera provado e as declarações de Figo e da sua meritória fundação de nada terem recebido?
- Terá Luís Figo sido enganado pela conhecida espécie de 'máquina de ganhar eleições' depois de ter sido enganado por um Banco, e ainda por cima correndo o risco de ser acusado de "corruptor activo"? 
- E quanto à manifesta 'corrupção do processo eleitoral', conexa ao considerado provado pelo MP ninguém é responsável por 'corrupção activa'?

Por outro lado:
- O Taguspark com 51% de capitais públicos não é uma parceria público-privada?
- Assim sendo, esta não-pronúncia de Luis Figo institui ou não, em termos de jurisprudência, um precedente com o mesmíssimo efeito para todo e qualquer 'corruptor activo' que argumente exactamente o mesmo em idêntico contexto quando provada futuramente qualquer interacção dolosa comparável em relação a qualquer outra parceria público-privada? 
- Terá sido este negócio subterrâneo e altamente perversor da normalidade democrática eleitoral apenas um entre outros, estejam ou não com ele directamente relacionadas, ainda por cima com eleições autárquicas que marcadas (pelo PR) para duas semanas apenas após as legislativas? 
- Qual o efeito combinado legislativas/autárquicas deste 'sistema organizado'?
- Terá esta trama pré-eleitoral sido articulada com outra/s de âmbito autárquico conducentes a "resultados esmagadores"? Em que grau e com que pivots regionais?
- Terá sido este o único apoiante de grande relevo social do candidato eleitoral José Sócrates e do PS a receber contrapartidas (cá está esta "maldita" palavrinha outra vez...)?
- Que têm desde já e terão a dizer no futuro sobre tudo isto o Ministério Público e o Tribunal Constitucional? E a falta de meios, quem a decide?
- Como espera o Sr. Presidente da República ("o 'garante' do normal funcionamento das instituições democráticas") que os Cidadãos Eleitores de Portugal interpretem o seu silêncio decisório?

SE ISTO NÃO É ATENTAR CONTRA O ESTADO DE DIREITO, O QUE SERÁ ?
AFINAL, O INCONVENIENTE JUIZ DE AVEIRO TINHA MESMO RAZÃO !  

V. POST "PEDIR DESCULPA A JOSÉ SÓCRATES?"

23 de fevereiro de 2010

BEM-VINDOS AO PONTO DE NÃO-RETORNO. APERTEM OS CINTOS...

Falava há dias com um amigo meu nova-iorquino que conhece bem Portugal. 
Dizia-lhe eu à boa maneira do “coitadinho” português:
- Sabes, nós os portugueses somos pobres ...

Esta foi a sua resposta:

Como podes tu dizer que os portugueses são pobres, quando vocês são capazes de pagar por um litro de gasolina mais do triplo do que eu pago na América?
Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade e de telemóvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?

Como podes tu dizer que os portugueses são pobres se pagam comissões bancárias por serviços e cartas de crédito ao triplo que nós pagamos EUA? Então e quando conseguem pagar por um carro 20.000 Eur, o mesmíssimo carro que a mim me custa aqui 12.000 Usd (8.800 Eur) vocês dão mais 11.200 Eur de presente ao vosso governo e são pobres?
Como vês, nós nos Estados Unidos é que somos pobres. 

Olha, sabias por exemplo que aqui em New York o Governo Estatal, tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes, cobra somente 2 % de IVA, mais os 4% de imposto federal, portanto 6%, nada comparado com os 20% dos ricos que vivem em Portugal.
Então e os portugueses como se ainda não estivessem contentes com estes 20%, ainda pagam impostos municipais? Está tudo passado aí ou quê?

Além disso, não são vocês em Portugal que têm " impostos de luxo", como os da gasolina e gás, do álcool, dos cigarros, da cerveja e dos vinhos, etc. o que faz com que esses produtos cheguem em certos casos a custar mais 300 % do que o preço base que o fornecedor de facto recebe?... 
E outros mais ainda, como o imposto sobre o rendimento, impostos nos salários, impostos sobre os bens pessoais e sobre os bens das empresas, impostos de circulação automóvel e, como se estes ainda não chegassem, impostos em dupla tributação sobre os automóveis novos? E dizes-me tu que nós, norte-americanos, é que somos ricos ou são vocês que não sabem fazer contas?

Então em Portugal um banco privado vai à falência e vocês, que não têm nada com isso, é que pagam o prejuízo?
Outro, uma espécie de casino flutuante, o vosso lindo Banco Privado vai ao fundo e vocês protegem-no com as garantias do dinheiro que enviam para o Estado. 
Então dizes-me tu que o país é pobre e pagam ao vosso Governador do Banco de Portugal, um vencimento anual que é quase 3 vezes mais que o do Governador do Banco Federal dos EUA?  E nós é que somos ricos? Isso aí é uma ditadura ou que é que se está a passar?

Então Portugal é um país que é capaz de cobrar o imposto sobre lucros adiantadamente e o imposto sobre o rendimento mediante retenções mensais... bem vocês aí em Portugal têm de estar a nadar na maior abundância, porque o Estado português considera que os seus negócios... e de todos os seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque fiscal e da corrupção dos seus governantes e autarcas. 

Um país capaz de pagar salários e indemnizações irreais aos seus funcionários de Estado, das empresas públicas, das parcerias público-privadas, dos hospitais e das empresas privadas de capitais públicos é pobre?  Não brinques comigo.

Ó meu Amigo, os pobres somos nós, todos os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos sobre rendimento se ganhamos menos de 3.000 Usd/mês p/pessoa, isto é, mais ou menos os vossos 2.200 Eur. Sabias disto?

Vocês em Portugal pagam impostos municipais, mais as taxas do lixo, mais as taxas sobre o consumo da água, gás e electricidade, pagam a segurança privada dos bancos, urbanizações e condomínios, até têm polícias municipais e tem quartéis de forças de segurança pública guardados por empresas privadas, enquanto nós, americanos, como somos pobres, nos temos que conformar com a segurança pública... e nós é que somos ricos e vocês pobres?

Vocês são pobres e compram livros diferentes todos os anos, enviam os vossos filhos para colégios privados, enquanto as nossas escolas aqui nos EUA são maioritariamente públicas e emprestam os livros aos nossos filhos prevendo que não os podemos comprar...e nós é que somos ricos?

Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.
Desculpa lá, Amigo, mas vocês aí em Portugal ou são estúpidos ou são mansos de mais.
Ou então pensaram (mal) que isso ia durar para sempre.
E digo-te mais: quando começarem à procura de quem andou a roubar os portugueses este tempo todo... quem não queria estar aí era eu.

UMA DATA DE ASNEIRAS


«Na entrevista à SIC, José Sócrates explicou ontem que a ideia de pedir uma declaração de apoio de Luís Figo ao PS só terá surgido após a entrevista concedida pelo jogador ao Diário Económico, a 7 de Agosto, em que o futebolista enaltecia a "energia" e "capacidade empreendedora" do primeiro-ministro. Mas, de acordo com as escutas divulgadas pelo Sol, as conversas entre Marcos Perestrelo e Paulo Penedos sobre o apoio de Figo datam de 10 de Junho - dois meses antes da entrevista.»texto e imagem DN 23-02-2010

 VEM AÍ ALGUÉM, VEM AÍ ALGUÉM ? 

22 de fevereiro de 2010

VAMOS LÁ PARAR COM AS BABOSEIRAS E PÔR A DISCUSSÃO NO PATAMAR DAS IDEIAS.

«Repete as palavras 'cidadãos' e 'cidadania' em quase todas as respostas: foi pelos portugueses que o médico Fernando Nobre decidiu avançar com a candidatura a Belém, rejeitando "enfeudar-se" a partidos políticos. Abdica da imagem de "herói" que poderia ter daqui a dez anos, se não se envolvesse agora na corrida à Presidência da República. Mas recusa ficar na "retaguarda" da "crítica fácil". "Não quero acomodar-me. Se vencer venci, se perder perdi." defende. Quanto à divisão da esquerda, é claro: tem um projecto de união que não conhece cores políticas. Além disso, diz ser "o único candidato" já assumido. 
(...) 
Eu quis fazer uma declaração de candidatura, quando muitos me aconselharam a "manifestar disponibilidade". Mas não sou pessoa de tactear: ou avanço ou não avanço. Só quem não me conhece pensa que posso desistir. Muito menos num projecto em que está em causa a dignidade do país e a minha dignidade e coerência. Este processo é para ir até ao fim e para ganhar. Posso perder, mas vou para ganhar. 
(...)
A democracia representativa é o menos mau de todos os sistemas, mas isso quer também dizer que a democracia é perfectível com uma componente de democracia participativa, de auscultação da população em debates importantes. Não quer dizer que tenhamos de chamar os cidadãos todos os meses, mas nos assuntos relevantes do Estado, não há que ter medo. Caso contrário, continuamos a olhar para eles como uma massa amorfa, uma carneirada que só dá o seu parecer de quatro em quatro anos. 
(...)
As revoluções muitas vezes são autofágicas. Eu sou por um processo de mudança, de transformação, mas não de revolução. Agora, para que as ditas revoluções violentas não aconteçam, é preciso pugnar por um processo inclusivo mais forte. O país está num processo que pode tornar-se complicado, com os níveis de pobreza, desemprego, défice externo e endividamento das famílias que atingimos. Os desafios que se avizinham vão possivelmente agravar esses perigos, portanto chegou o momento de Portugal conseguir uma união de projectos e causas nacionais. É um processo de salvaguarda de um país com 900 anos de História, para que não se continuem a ouvir as vozes que dizem que Portugal não tem futuro e que o melhor que lhe pode acontecer é ser integrado na Espanha. Não! Nisso sou muito patriota. 
(...)
Na altura certa as pessoas saberão quem faz parte da minha comissão e quem são os meus mandatários. Quero incluir toda a gente num projecto nacional. Não estou aqui para dividir entre esquerda, centro e direita. Isso não me interessa. Eu vou por valores. Há muita gente que ainda não entendeu que já ninguém acredita nessas coisas da direita e da esquerda: acreditam em valores, em pessoas com carácter e com coluna vertebral.
(...) não estou aqui para dividir a esquerda, o centro ou a direita. Não vou voltar a responder a essas perguntas sobre as interferências de A, B ou C, ou dos apoios de Soares. Quero é discutir projectos e ideias para o país. Estou aqui para assumir as minhas responsabilidades pelo país que amo. Não estou aqui para pedir apoios de partidos. Peço o apoio dos cidadãos, pertençam eles a que partidos pertencerem. 
(...)
Eu quero é que se discutam projectos para Portugal. Se não vencer, que vença alguém com um projecto que possa mobilizar Portugal. Demonstrem-me isso. Quanto ao resto, todos os disparates são permitidos e até já ouvi umas bocas sobre não ser português, por ter nascido em Angola. Eu nasci português e sempre tive bilhete de nacionalidade português desde o meu nascimento. Vamos lá parar com as baboseiras e pôr a discussão no patamar das ideias. Eu ando desde que nasci em países onde há muitos mosquitos. Picadelas de mosquitos não me importunam. Eu só reagirei se for mordido por um crocodilo. » iOnline 22-02-2010

20 de fevereiro de 2010

FERNANDO NOBRE, O CANDIDATO A PRESIDENTE DA REPÚBLICA: POR IMPERATIVO MORAL !

«Presidente da AMI candidata-se a Belém dirigindo-se aos desiludidos e aos que não têm voz.



"Por imperativo moral, de consciência e de cidadania", Fernando Nobre, médico e presidente da Assistência Médica Internacional, candidata-se às Presidenciais de 2011. Admite que pode não ganhar, mas diz que a sua candidatura "não será nunca inútil".
Foi no (pequeno) auditório do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa - que obviamente encheu rapidamente e deixou muitas pessoas na rua, onde havia um ecrã a transmitir o discurso -, que Fernando Nobre, 59 anos, anunciou ontem a sua candidatura à Presidência da República.


"Portugal precisa de um presidente que venha verdadeiramente da sociedade civil, que seja independente, que nada precise da política e que conheça bem o país", disse, admitindo que "um homem livre, só e independente pode servir melhor o país nesta altura tão difícil e sensível para Portugal".


Fernando Nobre dirige-se aos insatisfeitos. Diz que a sua candidatura é a "dos que não tiveram voz até agora, dos que se desiludiram com a política, dos que acreditam que a política não se esgota nos políticos e não é a sua coutada privada".


Dirige-se aqueles para quem "o destino do país não é indiferente" e diz-lhes que "chegou a hora da grande, determinada e corajosa opção de actuar". "Portugal é uma questão que diz respeito a todos os portugueses: ninguém se pode eximir desse dever de cidadania indeclinável", disse, explicando que se candidata por "dever moral e cívico" mas também porque não se conforma em assistir à "agonia lenta de Portugal".


Em seu favor, Fernando Nobre apontou a "particular sensibilidade social e humanística", o "orgulho em ser português" e o facto de trazer enraizadas em si "as marcas da multiculturalidade, da lusofonia e de uma profunda mundivivência". O seu espaço político, disse, é a "liberdade", a "justiça social", o "humanismo", a "ética", a "transparência na vida pública" e a "adequada, justa e indispensável função redistributiva do Estado".


Se for eleito, como disse esperar, prometeu ser "garante da estabilidade" das instituições e o seu "compromisso moral intransigente" assenta em "reconhecer o mérito, premiar a excelência e recusar a impunidade".


No seu discurso, que leu durante cerca de 15 minutos, apontou quatro prioridades:
- incentivar a "regeneração ética da vida política do país", prometendo ser "intransigente" com todos os que exercem cargos públicos;


- apoiar e incentivar todos os esforços no caminho da justiça social, dando particular atenção aos desempregados e trabalhadores precários, aos jovens, idosos, emigrantes e imigrantes;


- defender a soberania nacional, designadamente os recursos naturais, o património histórico, a língua e o prestígio do país; e

- "não pactuar com a situação trágica da justiça em Portugal".


Com várias caras conhecidas na sala - cantores como Rui Veloso, Luís Represas, Vitorino e Carlos Mendes, o juiz Rui Rangel e Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto -, Fernando Nobre disse estar consciente de que será uma batalha difícil, "talvez até invencível", mas garantiu que não será "inútil".


A sua luta é "contra a indiferença".» JN 20-02-2010

 O BLAGOSFERA APOIA COM TODA A CONVICÇÃO A CANDIDATURA PRESIDENCIAL DO DR. FERNANDO NOBRE. 
 PARA UM PORTUGAL MORIBUNDO UM 'MÉDICO DAS URGÊNCIAS GLOBAIS' COM UM PERCURSO PESSOAL, ATITUDE E VALORES DEMONSTRADAMENTE DE EXTRAORDINÁRIO INTERESSE PÚBLICO !
OBRIGADO DR. FERNANDO NOBRE. OS PORTUGUESES SABERÃO VALIDAR TÃO GRANDE E OPORTUNA MANIFESTAÇÃO DE CORAGEM E DISPONIBILIDADE. 
 MAIS VALE TARDE QUE NUNCA. 
 PELO BEM COMUM ! .



 
Entrevista a Miguel Sousa Tavares 19-02-2010


Fernando Nobre recebeu o Expresso em sua casa na quinta-feira à noite, já tarde, poucas horas depois de chegar a Lisboa de uma missão da AMI no Senegal e menos de 24 horas antes de lançar a sua candidatura no Padrão dos Descobrimentos. Leia esta entrevista do Expresso de 20-02-2010.

18 de fevereiro de 2010

ELEIÇÕES + SÓCRATES + FIGO + PT = X (+ LAGOS ?)

«O DN, de 18-2-2010, revela, na notícia «MP investiga suspeitas de corrupção», decorrentes de referências à participação de Luís Figo na campanha eleitoral do PS, nas escutas do processo Face Oculta.
(...) O CM, de 18-2-2010, também refere as buscas no artigo «PJ busca pagamento a Figo» e já tinha tratado o caso em «PT: Campanha de Sócrates paga». O ex-jogador negou, em 18-2-2010, que a sua participação na campanha do PS tivesse como contrapartida pagamentos: «O meu apoio ao primeiro-ministro foi pessoal e como cidadão».
Na sequência destas buscas realizadas na segunda-feira de Carnaval, o administrador da PT Rui Pedro Soares demitiu-se ontem, 17-2-2010, dos cargos na PT - não foi revelado qualquer montante de indemnização. Fernando Soares Carneiro, Zeinal Bava e Henrique Granadeiro permanecem ainda nos seus cargos da PT.» A.B.CALDEIRA 18-02-2010


7 de janeiro de 2010

Do blog "O Eléctrico" transcrevo o post completo de 05-01-2010:

O Zé Maria numa foto disponibilizada pelo "finlandês" Xico Narciso
«Foi hoje o funeral do nosso Amigo Zé Maria, que foi DJ no Eléctrico e nalgumas outras das mais de uma dezena de discotecas que noutros tempos existiram aqui em Lagos...
Trabalhou também, que me lembre, nas extintas Phoenix, Keyhole Club (Fechadura) e Charlie Chilly (Aquazul).
Franzino, magro e fumador inveterado, era paciente, dotado de grande competência técnica e de uma raríssima capacidade de comunicação verbal, de uma mordacidade «mais do que irónica"» como hoje ouvi de um Amigo comum.
O Zé Maria foi vítima de uma doença prolongada e deixa já muitas saudades entre todos os que tiveram o privilégio de com ele conviver mais de perto.
Traíu-te o corpo, mas estarás sempre vivo na memória dos que ainda sobrevivem.
Descansa em Paz, Zé Maria. E até logo...»

 
"The Last Walz" by The Band